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  • Qual o tratamento do pé diabético?

    Por fistem | 20 de abril de 2016

    O tratamento vai depender da forma como este pé está afetado e o grau de comprometimento dos diversos tecidos que o compõe. No caso de haver falta de circulação para poder ocorrer a cicatrização desta lesão. Esse restabelecimento da circulação se dá por meio de cirurgias convencionais ou endovasculares (veja texto específico sobre doença arterial obstrutiva periférica) que permitem ao sangue fluir melhor em regiões onde antes não conseguia chegar de forma adequada e suficiente. Se houver uma ferida, mas a circulação estiver preservada, eventualmente cuidados locais baseados em curativos pode ser a terapia de escolha. Sempre que houver infecção associada, o emprego de antibióticos é recomendado. Infecções leves e superficiais podem ser inicialmente tratadas de forma ambulatorial com acompanhamento dos curativos e medicações por via oral, entretanto, quando a infecção for mais acentuada ou profunda, normalmente é recomendada a internação para cuidados específicos que envolvem além dos curativos, muitas vezes cirurgias para limpeza local e antibióticos injetáveis com maior poder de alcançar as áreas em risco. Infelizmente, uma parte não desprezível dos pacientes portadores de pés diabéticos com complicações circulatórias e infecciosas graves procura o médico apenas em uma fase muito avançada. Em situações extremas, onde a chance de salvar este pé ou mesmo esta perna severamente comprometida for muito pequena, e ao mesmo tempo gera um grande risco a vida do doente, nestas situações limites pode ser necessária a amputação desta parte do corpo. Todos os esforços devem ser empregados a fim que se evite estas situações limite, e a melhor forma de evita-las é a prevenção e o tratamento precoce, mesmo das menores e mais “inocentes” lesões.