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  • Qual o tratamento da Doença das Artérias Carótidas?

    Por fistem | 20 de abril de 2016

    Casos com comprometimento leve e sem sintomas normalmente podem ser tratados clinicamente, através do controle dos fatores de risco já citados e medicações que diminuem a chance de uma trombose aguda sobre a placa aterosclerótica (antiagregantes plaquetários) ou que agem nessa placa aterosclerótica (estatinas) na tentativa de desacelerar seu crescimento e diminuir a chance desta se fragmentar. Por outro lado, casos com estreitamento muito acentuado, que sejam acompanhados por sintomas ou com embolização cerebral normalmente precisam ser corrigidos, pois o risco de uma complicação mais séria supera o risco de sua correção. Atualmente podemos fazer essa correção de duas formas: através da cirurgia convencional ou dos métodos endovasculares (colocação de stents por cateterismo arterial). Como vantagens da cirurgia convencional podemos citar maior segurança nos resultados de longo prazo e menor chance de embolização cerebral. Como vantagens do procedimento endovascular uma menor morbidade relacionada a não necessidade de uma incisão cirúrgica, normalmente não é realizada com anestesia geral e leva a um menor tempo de internação. De qualquer forma, cada caso deve ser analisado individualmente para a escolha da modalidade de tratamento mais adequada para cada paciente.